Conjuntivite Alergica: Uma Condição Ocular Comum - Guia Básico Para o Paciente
- Alexandre Netto
- 30 de jan. de 2025
- 2 min de leitura

O que é a conjuntivite alérgica?
A conjuntivite alérgica é uma inflamação da conjuntiva (membrana fina e transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras) causada por uma reação alérgica a substâncias como pólen, poeira, ácaros, pelos de animais ou produtos químicos.
Sintomas mais comuns
Coceira intensa nos olhos
Vermelhidão
Lacrimejamento excessivo
Inchaço das pálpebras
Sensação de areia ou ardência nos olhos
Secreção aquosa e clara
Sensibilidade à luz
Causas e fatores de risco
A conjuntivite alérgica ocorre quando o sistema imunológico reage exageradamente a alérgenos presentes no ambiente. Os principais desencadeadores incluem:
Pólen (mais comum em épocas de primavera)
Poeira e ácaros
Pelo de animais
Mofo e fungos
Perfumes e produtos químicos
Uso de lentes de contato inadequadas
Tipos de conjuntivite alérgica
1. Sazonal – Relacionada ao pólen e mais comum na primavera/verão.
2. Perene – Presente o ano todo, geralmente causada por ácaros ou pelos de animais.
3. Vernal – Mais grave, comum em crianças e jovens, podendo afetar a córnea.
4. Atópica – Associada à dermatite atópica e pode ser crônica.
Diagnóstico
O diagnóstico é feito pelo oftalmologista com base nos sintomas e, em alguns casos, testes alérgicos podem ser indicados para identificar o agente causador.
Tratamento e cuidados
Evitar o contato com alérgenos (manter a casa limpa, evitar ambientes com poeira ou pólen).
Compressas frias para aliviar o desconforto.
Lágrimas artificiais para hidratar os olhos.
Colírios antialérgicos prescritos pelo médico.
Anti-histamínicos orais em casos mais intensos.
Corticoides tópicos apenas em situações graves e com orientação médica.
Prevenção
Lave as mãos e evite coçar os olhos.
Use óculos de sol para reduzir a exposição ao pólen e outros alérgenos.
Mantenha a casa bem ventilada e livre de poeira.
Evite tapetes, cortinas e pelúcias, que acumulam ácaros.
Se os sintomas forem persistentes ou graves, consulte um oftalmologista para avaliação e tratamento adequado.




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